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The Guardian: "Como já foi com a Gaga, Taylor agora é vista como uma cobra"


A cobra comendo sua própria cauda no lyric video de Swift é um símbolo genial para o ódio sem nenhum fim ou começo lógico; A misoginia é sempre um objetivo auto-realizável.

É um ciclo infinitamente repetitivo - não foi há tantas décadas que Monica Lewinsky era a cobra e Hillary Clinton era o arquétipo contrastante da pureza.

Antes de Swift, era Lady Gaga sendo chutada como falsa e manipuladora.
Agora a mídia voltou milagrosamente em seu favor, mas por quanto tempo? As mulheres são trocadas nos papéis na maquinaria da sociedade patriarcal e sua raça para destruí-las.

Independentemente do que Swift faz, ela é acusada de ser uma traiçoeira. Ela sempre é uma cobra. Seus atos são incorporados na narrativa como atos pensados, evidências superficiais para sustentar uma conclusão já perdida. Como todas as caças de bruxas, é julgamento sem questionamento. Se você afundar, você morre, se você flutuar - nós a matamos por ser uma bruxa, estúpida. Odiar é o fim em si, e sua resposta não significa nada. Ela tentou orgulhosamente ser dona de sua reputação, tentou parodiar-se (veja Blank Space e seu vídeo LWYMMD), mas nada funciona.

Sua reputação é colocada em pauta, independentemente de suas ações - mas isso não é nada novo, para ela ou qualquer mulher famosa.

Swift sabe que ela não pode ganhar, então ela se contenta em desempenhar qualquer papel que a levará a voltar em seu benefício temporariamente - "Eu serei a atriz, estrelando seus sonhos ruins".

Swift sabe que sua reputação está fora de suas próprias mãos. Sim, o novo single de Swift é uma diss track, mas ela está nos atacando. E nós provavelmente merecemos.
Ridval R. Ferreira

Ridval R. Ferreira

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